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quarta-feira, 28 de maio de 2014

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Gosto de refletir sobre o comportamento humano, de como somos heróis para enfrentar e solucionar os problemas dos outros, mas como nos tornamos criancinhas em busca de colo quando o assunto é a nossa própria vida, nos tornamos covardes, não queremos enfrentar nossos medos, é melhor ser vitima do que agente, é mais fácil ser passageiro do que motorista da nossa vida devemos prosseguir confiantes, prosseguir apesar da dor, todos nós temos problemas, mas poucos decidem enfrenta-los, tomamos anestésicos e paliativos, carros e computadores nos mantém distantes de nós mesmos. Não tome um anador quando sua doença é um câncer, vá direto ao ponto, confronte-se, duvide de suas duvidas, seja menino na malicia, mas adulto no saber, no ser, no decidir, no prosseguir, no crer, no perseverar, na luta pelos seus idéias. Não permita que a frustração chegue, não deixe o medo te embriagar, o inferno conspira contra os corajosos e tenta deprimir os visionários, mas somos mais que vencedores, o maior habita em nós, temos o poder e a autoridade do alto (Lucas 10.19). A vida premiará os que obstinadamente não largar o arado, a espada, a caneta, o bisturi, o aperto de mão ou a prece de joelhos dobrados. O filho pródigo recebeu perdão porque o pai decidiu não hesitar em seu amor. Pedro renasceu para um futuro sem culpa porque Jesus não abandonou o projeto de torná-lo um Pastor de almas, Paulo não abandonou sua missão quando o largaram apedrejado numa calçada. A mediocridade não exige esforço algum, as pessoas rasas não suam, nem se desgastam. Acredite nos dons e nos talentos que Deus te deu, pessoas precisam de você, Deus e os cativos esperam por nós, por nossa força e determinação. A vida é um grande espetáculo. Vale a pena vive-la, apesar de todas as suas dificuldades. Um vencedor não pode estar na platéia, tem de estar no controle de sua vida! Mas nós, inseguros, perguntamos: Eu? Reagir? Como farei isso? Frágil! Inseguro Ricardo Gondim.

quarta-feira, 6 de março de 2013

somren um teste

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Antes de ir para o seminário. Sempre tive convicções extremamente calvinistas, devido grandes influencias de revistas e livros que falava do assunto. Quando chequei para estudar, os colegas de classe me apelidaram de “Calvino”. Devido defender a soberania de Deus em todas as fatalidades da vida, não como o causador, mais agente libertino das consequências, ou seja, Ele que manda!!! Tinha certeza que todas as tragédias estavam relacionadas ao controle permissivo de Deus na historia. Como de fato está! Mais isso aos poucos em minha vida foi tomando outras conotações, meu pensamento ultimamente tem mudado muito sobre esse a assunto “soberania de Deus”. Após vários estudos e informações de professores honestos que fazem uma leitura sincera e real das escrituras, preocupados com o que ela diz sobre o assunto, e a própria vida e suas contingências existenciais. Fizeram-me pensar melhor. Pois pensar na ideia reino de Deus, sentir-me confrontado pelas as minhas próprias ideias, não que abandonei as convicções calvinistas por completo, claro que muitas coisas que esse grande reformador disse; são verdadeiras e úteis. Seria muita presunção de minha parte discutir com um erudito de grande estipe teológico como ele, que se esmerilou nas escrituras no que diz respeito à vida. Apesar de algumas fazes da vida pessoal de Calvino se evidencia que ele era, extremamente desumano em suas posturas. Temos que lê-lo conforme seu tempo. Mas quando penso em soberania, penso no Senhor Jesus, quando desejava Jerusalém em seus braços como a galinha acolhe seus pintinhos. Isso para teólogos contemporâneos como Gondim, Ed. René e outros, diriam que Deus se frustrou? Certamente eles sabem do que estam falando, apesar de serem rigidamente censurados por muita gente, como sendo “hereges” e simpatizantes do “deísmo aberto”? Mas não está em questão isso aqui. Por isso pensando em Jesus numa proposta messiânica totalmente contrario a expectativas judaicas. Vejo a soberania de Deus, numa visão do seu reino a nós chegado e delegado, o reino está em nós! Mt. 6: 9-13. Isso parece dizer e afirmar que Deus nos delegou o seu reino, ou seja, tudo está em nossas mãos no sentido de saber governar esse reino. Governar com uma proposta de sinalização para humanidade. Quando fazemos obras dignas do reino, como Cristo os atribui numa forma de reconhecimento não meritório do pai em nós, mais para que todos vejam as nossas obras e glorifique o pai que estais nos céus. Ora, a nossa justiça através da solidariedade com o próximo, a abertura para inclusão do ser humano e etc. revela um Deus acolhedor e passivo. “O Deus poderosamente impotente” sabe chegar e sair ao mesmo tempo às necessidades humanas, quando Ele é invocado. Podemos dizer que todos os caos e miséria humana, com certeza estam em seu controle. Mais não está em sua ação patrocinadora. Se afirmássemos que Ele está presente como agente que permite essas catástrofes, poderíamos vê um grande Deus passivo na historia, mas se afirmássemos que Ele não quis fazer, mesmo podendo, seria um Deus autor do mau? Não quero pensar conceitos teológicos de Soberania X liberdade, mesmo porque essa briga já dura séculos. Mas penso somente em confrontar ideias que criamos pelos os próprios conceitos que geramos e copiamos ao longo dos tempos. Minha intenção seria chamar a sua atenção, sobre uma possível ação da presença de Deus na Historia com sua soberania que controla tudo! Não quero ser o senhor da verdade como sendo um porta voz de uma ‘nova revelação de Deus’? Como muitos que já tem surgindo, longe disso! Creio que o Deus impotente, não está relacionado há não pode fazer nada. Pelo contrario, tudo está em suas mãos. Mas olho com outro ângulo, que o criador se preza em cooperação com o homem para atuar na historia, dando ao homem uma oportunidade e privilegio de ser redimir, e poder com a mente de Cristo, governar o mundo caído com suas ações Kerigmaticas. Não desviado o foco, não pulando do pináculo ou virando as costas para Deus, mas dando a Ele gloria e reverencia de total dependência. O Deus impotente está disposto a tornar tudo poderoso para o homem e a humanidade caída. Quando o homem disser para o criador, me governe. Reclamando de Deus a sua ação em sua vida caída e egoísta. O Senhor Deus, poderosamente potente, que não se fez de símbolo como objeto, mas sim um relacionamento pessoal e reconciliatório para a criatura através da Cruz. Faz-nos sentir a sua soberania presente, através de sua comunhão. Isso nos faz pensar, que Deus se interessa por toda miséria da criatura, dando a ela, o privilegio de poder o invocá-lo e clamá-lo diante de toda fatalidade humana. Fazendo-nos parte dessa nova historia como filhos de Deus!!!
http://youtu.be/8waWCfEdEAA Um pequeno vídeo de uma grande e brilhante homem de Deus, tive o privilegio de conhece-lo. Pr. Adilson Umbelino. (em memoria)

segunda-feira, 19 de julho de 2010

As marcas da institucionalização da igreja

A igreja tem duas dimensões: organismo e organização, corpo místico de Cristo e instituição religiosa, que convivem e se misturam enquanto fenômeno histórico e social. O grande desafio é fazer a dimensão institucional diminuir para deixar o organismo espiritual crescer. O que se observa hoje, entretanto, é um movimento contrário, no qual muitas comunidades cristãs caminham a passos largos para a institucionalização, sem falar naquelas que estão com os dois pés fincados no terreno da religiosidade formal. Senão, observe o que eu chamo de marcas da institucionalização da igreja.

1. Liderança personalista. Quando a comunidade acredita que algumas pessoas são mais especiais do que outras, abre brecha para que alguém ocupe o lugar de Jesus Cristo e se torne alvo de devoção. Ocorre então uma idolatria sutil e, aos poucos, um ser humano vai ganhando ares de divindade. Líderes que confundem a fidelidade a Deus com a fidelidade a si mesmos se colocam em igualdade com Deus e, em pouco tempo, pelo menos na cabeça dos seus seguidores, passam a ocupar o lugar de Deus. Eis a síndrome de Lúcifer.

2. Ênfase na particularidade do ministério. Uma vez que o projeto institucional se torna preponderante, a ênfase não pode recair nos conteúdos comuns a todas as comunidades cristãs. A necessidade de se estabelecer como referência no mercado religioso conduz necessariamente à comunicação centrada nas razões pelas quais “você deve ser da minha igreja e não de qualquer outra”. Torna-se comum o orgulho disfarçado dos líderes que estimulam testemunhos do tipo “antes e depois de minha chegada nesta igreja”.

3. Ministração quase exclusiva à massa sem rosto. Ministérios institucionalizados estão voltados para o crescimento númerico e valorizam a ministração de massa, que se ocupa em levar uma mensagem abstrata a pessoas que, caso particularizadas e identificadas, trariam muito trabalho aos bastidores pastorais. Parece que os líderes se satisfazem em saber que “gente do Brasil inteiro nos escreve” e “pessoas do mundo todo nos assistem e nos ouvem”, como se transmitir conceitos fosse a única e mais elevada forma de dimensão da ministração espiritual. Na verdade, a proclamação verbal do evangelho é a mais superficial ministração, e deve ser acompanhada de, ou resultar em, relacionamentos concretos na comunhão do corpo de Cristo.

4. Busca de presença na mídia. Mostrar a “cara diferente”, principalmente com um discurso do tipo “nós não somos iguais os outros, venha para a nossa igreja”, é quase imperativo aos ministérios institucionalizados. A justificativa de que “todos precisam conhecer o verdadeiro evangelho”, com o tempo acaba se transformando em necessidade de encontrar uma vitrine onde a instituição se mostre como produto.

5. Projetos ministeriais impessoais. Ministérios institucionalizados medem seu êxito pela conquista de coisas que o dinheiro pode comprar. Pelo menos no discurso, seus desafios de fé não passam pelos frutos intangíveis nas vidas transformadas, mas em realizações e empreendimentos que demonstram o poder das coisas grandes. Os maiores frutos da missão da Igreja são a transformação das pessoas segundo a imagem de Jesus Cristo e da sociedade conforme os padrões do reino de Deus, e não a compra de uma rede de televisão ou a construção de uma catedral.


6. Exagerados apelos financeiros. Consequência de toda a estrutura necessária para sua viabilização, os ministérios institucionalizados precisam de dinheiro, muito dinheiro. As pessoas, aos poucos, deixam de ser rebanho e passam a ser mala-direta, mantenedores, parceiros de empreendimentos, associados.

7. Rede de relacionamentos funcionais. A mentalidade “massa sem rosto” somada ao apelo “mantenedores-parceiros de empreendimentos” faz com que as relações deixem de ser afetivas e se tornem burocráticas e estratégicas. As pessoas valorizadas são aquelas que podem de alguma forma contribuir para a expansão da instituição. Já não existe mais o José, apenas o tesoureiro; não mais o João, apenas o coordenador dos projetos Gideão, Neemias, Josué, ou qualquer outro nome que represente conquista, expansão e realizações.

8. Rotatividade de líderes. Não se admira que muitos líderes ao longo do tempo se sintam usados, explorados, mal amados, desconsiderados e negligenciados como pessoas. O desgaste de uns é logo mascarado pelo entusiasmo dos que chegam, atraídos pela aparência do sucesso e êxito ministerial. Assim a instituição se torna uma máquina de moer corações dedicados e esvaziar bolsos de gente apaixonada pelo reino de Deus. O movimento migratório dos líderes de uma igreja para outra é feito por caminhões de mudança carregados de mágoas, ressentimentos, decepções e culpas.

9. Uso e abuso de conteúdos simbólicos. A institucionalização é adensada pelos seus mitos (nosso líder recebeu essa visão diretamente de Jesus), ritos (nossos obreiros vão ungir as portas da sua empresa) e artefatos (coloque o copo de água sobre o aparelho de televisão), enfim, componentes de amarração psíquica e uniformidade da mentalidade, onde o grupo se sobrepõe ao indivíduo e a instituição esmaga identidades particulares. Os símbolos concretos (objetos, cerimônias repetitivas, palavras de ordem) afastam as pessoas do mundo das ideias. Quanto mais concretos os símbolos, mais amarrado e dependente o fiel.

10. Falta de liberdade às expressões individuais. Ministérios institucionalizados, personalistas, dependentes de fiéis para sua manutenção financeira e psicologicamente amarrados pelos conjuntos simbólicos não são ambientes para a criatividade e a diversidade. Todos brincam de “tudo quanto seu mestre mandar, faremos todos” e, inconscientemente, acabam se vestindo da mesma maneira, usando o mesmo vocabulário, gestos e linguagens não verbais. Seus rebanhos são compostos não apenas por “massa sem rosto” e “mantenedores-parceiros de empreendimentos”, mas também por “soldadinhos uniformizados”, o que aliás, é a mesma coisa.
Ed. René Kivitiz

As marcas da institucionalização da igreja (parte 1)

A igreja tem duas dimensões: organismo e organização, corpo místico de Cristo e instituição religiosa, que convivem e se misturam enquanto fenômeno histórico e social. O grande desafio é fazer a dimensão institucional diminuir para deixar o organismo espiritual crescer. O que se observa hoje, entretanto, é um movimento contrário, no qual muitas comunidades cristãs caminham a passos largos para a institucionalização, sem falar naquelas que estão com os dois pés fincados no terreno da religiosidade formal. Senão, observe o que eu chamo de marcas da institucionalização da igreja.

1. Liderança personalista. Quando a comunidade acredita que algumas pessoas são mais especiais do que outras, abre brecha para que alguém ocupe o lugar de Jesus Cristo e se torne alvo de devoção. Ocorre então uma idolatria sutil e, aos poucos, um ser humano vai ganhando ares de divindade. Líderes que confundem a fidelidade a Deus com a fidelidade a si mesmos se colocam em igualdade com Deus e, em pouco tempo, pelo menos na cabeça dos seus seguidores, passam a ocupar o lugar de Deus. Eis a síndrome de Lúcifer.

2. Ênfase na particularidade do ministério. Uma vez que o projeto institucional se torna preponderante, a ênfase não pode recair nos conteúdos comuns a todas as comunidades cristãs. A necessidade de se estabelecer como referência no mercado religioso conduz necessariamente à comunicação centrada nas razões pelas quais “você deve ser da minha igreja e não de qualquer outra”. Torna-se comum o orgulho disfarçado dos líderes que estimulam testemunhos do tipo “antes e depois de minha chegada nesta igreja”.

3. Ministração quase exclusiva à massa sem rosto. Ministérios institucionalizados estão voltados para o crescimento númerico e valorizam a ministração de massa, que se ocupa em levar uma mensagem abstrata a pessoas que, caso particularizadas e identificadas, trariam muito trabalho aos bastidores pastorais. Parece que os líderes se satisfazem em saber que “gente do Brasil inteiro nos escreve” e “pessoas do mundo todo nos assistem e nos ouvem”, como se transmitir conceitos fosse a única e mais elevada forma de dimensão da ministração espiritual. Na verdade, a proclamação verbal do evangelho é a mais superficial ministração, e deve ser acompanhada de, ou resultar em, relacionamentos concretos na comunhão do corpo de Cristo.

4. Busca de presença na mídia. Mostrar a “cara diferente”, principalmente com um discurso do tipo “nós não somos iguais os outros, venha para a nossa igreja”, é quase imperativo aos ministérios institucionalizados. A justificativa de que “todos precisam conhecer o verdadeiro evangelho”, com o tempo acaba se transformando em necessidade de encontrar uma vitrine onde a instituição se mostre como produto.

5. Projetos ministeriais impessoais. Ministérios institucionalizados medem seu êxito pela conquista de coisas que o dinheiro pode comprar. Pelo menos no discurso, seus desafios de fé não passam pelos frutos intangíveis nas vidas transformadas, mas em realizações e empreendimentos que demonstram o poder das coisas grandes. Os maiores frutos da missão da Igreja são a transformação das pessoas segundo a imagem de Jesus Cristo e da sociedade conforme os padrões do reino de Deus, e não a compra de uma rede de televisão ou a construção de uma catedral.

Ed. Rene